
Em 2023, o Brasil registrou o menor número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil desde 2016, com 1,607 milhão de jovens nessa condição, uma diminuição de 14,6% em relação a 2022 e de 23,9% em comparação a 2016.
As Piores Formas de Trabalho Infantil também apresentaram queda expressiva de 22,5%, totalizando 586 mil. O Nordeste concentrou o maior número de casos, enquanto a Região Norte teve a maior proporção relativa.
A pesquisa, baseada na Pnad Contínua do IBGE, aponta que a maioria dos trabalhadores infantis eram crianças pretas ou pardas, e destaca a relação negativa entre trabalho infantil e escolaridade, com 88,4% dos jovens trabalhadores não frequentando a escola. A maior parte desses jovens estava empregada em setores como comércio e agricultura.
Com informações do IBGE
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