
O crescimento do PIB brasileiro está fortemente ligado às políticas progressistas de valorização do trabalho do governo Lula, destacando-se o aumento do salário mínimo. No segundo trimestre de 2024, o PIB cresceu 1,4% em relação ao primeiro trimestre, o que contrasta com os períodos de estagnação e recessão durante os governos anteriores de Michel Temer e Jair Bolsonaro. As políticas atuais aumentaram a demanda agregada, fortalecendo o mercado interno e o consumo das famílias, com um crescimento da Despesa de Consumo das Famílias de 4,9% e um aumento no crédito disponível. O setor da indústria cresceu 3,9% e os serviços 3,5%, enquanto a agropecuária diminuiu 2,9%. A taxa de investimento subiu ligeiramente para 16,8% do PIB, embora a poupança tenha caído para 16%.
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