
Quando a categoria precisa ser ouvida no centro das decisões, é hora de ocupar espaços. É com esse compromisso que o SINDMETAL segue rumo à capital federal para representar metalúrgicos e metalúrgicas na Conclat 2026 Conferência da Classe Trabalhadora.
Nossa vice-presidente, Luciana Arcanjo Nunes, e nossas diretoras Lucineide Pimentel e Michelle de Souza Lima já estão a caminho de Brasília levando, na bagagem, pautas que impactam diretamente a vida de quem trabalha e move a indústria.
Por que a Conclat 2026 importa para a categoria
A Conclat é um espaço estratégico de construção coletiva: reúne diferentes setores do mundo do trabalho para debater prioridades, articular propostas e fortalecer a unidade da classe trabalhadora. Estar presente significa garantir que as demandas reais da base cheguem às mesas onde se definem rumos políticos e sociais.
Para os metalúrgicos, isso é ainda mais decisivo: somos uma categoria essencial, com rotinas intensas e desafios históricos que exigem organização, pressão e conquista.
Fim da escala 6×1: uma urgência de saúde e dignidade
Entre as pautas centrais está a luta pelo fim da escala 6×1. Não se trata apenas de calendário de trabalho trata-se de qualidade de vida, saúde física e mental, convivência familiar, tempo de descanso real e condições humanas de recuperação.
Defender o fim do 6×1 é defender um modelo de trabalho que respeite o trabalhador, reduza desgaste e contribua para relações laborais mais justas e sustentáveis.
Mais qualidade de vida no trabalho: do discurso à prática
Qualidade de vida não é benefício “extra”: é condição para produzir com segurança e dignidade. Essa pauta envolve, na prática:
– jornadas e escalas que não adoeçam;
– ambientes seguros e prevenção de acidentes;
– respeito aos limites do corpo e do tempo;
– valorização do trabalho e combate à precarização.
Levar esses pontos à Conclat é reforçar que desenvolvimento não pode ser construído à custa do esgotamento de quem trabalha.
Mulheres na linha de frente: respeito, igualdade e mais direitos
Outro eixo essencial é o fortalecimento da luta das mulheres por respeito, igualdade e mais direitos. Em um setor historicamente marcado por desigualdades, é fundamental avançar em:
– combate ao assédio e à violência no trabalho;
– igualdade salarial e de oportunidades;
– reconhecimento e valorização das trabalhadoras;
– participação efetiva das mulheres nos espaços de decisão.
A presença de nossas dirigentes em Brasília também é um recado claro: a luta sindical se faz com mulheres na linha de frente, construindo mudanças concretas.
O domingo, 3 de maio, foi um dia histórico de celebração, alegria e, acima de tudo, reafirmação de luta para
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