1º de Maio

Unidade e luta em defesa da aposentadoria, do emprego e dos direitos

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Presidente do SindMetal, José Francisco Salvino – Buiu fez questão de comparecer junto com o Diretor Antônio Rodrigues – Macalé, a diretora Ângela e o assessor do Sindicato Joaquim para participar do ato  em Campinas/SP. “Nós que lidamos diariamente com a luta e os direitos do trabalhador não poderíamos deixar de participar e demonstrar nossa indignação com o desmonte que o governo Bolsonaro está fazendo em nosso País”, afirma. Ele lembra, ainda, que nas mídias de todo o mundo o golpe está claro. Nós fizemos a lição de casa e dissemos um grande não a Reforma da Previdência ao mesmo tempo em que protestamos contra as maldades de Bolsonaro e sua turma. E nós estamos dispostos a lutar até o fim para evitar que seja aprovado.

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Campinas/SP

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São Paulo

Dezenas de milhares de trabalhadores e trabalhadoras compareceram ao 1º de Maio unificado organizado pelas 10 centrais sindicais brasileiras no Vale do Anhangabaú em São Paulo. “A unidade foi a marca deste dia de comemoração e luta da nossa classe trabalhadora”, comentou o presidente da CTB, Adilson Araújo, em alusão ao fato de que pela primeira vez na história o conjunto do movimento sindical decidiu marchar unido no 1º de Maio.

Atos unitários também foram promovidos em vários outros estados, por orientação das direções das centrais. A manifestação na capital paulista também reuniu as lideranças da Frente Brasil Popular e Frente Brasil Sem Medo e dos partidos que se opõem ao governo Bolsonaro. Foi animada por artistas populares como Lecy Brandão e

O foco principal do protesto foi a defesa das aposentadorias, do emprego e dos direitos sociais, contra a proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro, que na opinião dos sindicalistas “é bem pior do que a de Temer, que já não prestava e foi rechaçada pelo povo.

Além de instituir a idade mínima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), a PEC 06/2019 inclui inúmeros outros retrocessos, prejudicando principalmente as mulheres, e aponta para o fim das aposentadorias públicas e a privatização do sistema através da chamada capitalização.

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Os dirigentes das centrais alertaram para a emergência de encontrar uma solução para a crise econômica, cuja maior expressão é o desemprego em massa, o desalento e a subocupação a que foram condenados dezenas de milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

“Até 2015 sobrevivia a esperança de um futuro próspero para o Brasil, um futuro de desenvolvimento e bem-estar social. Mas o golpe de 2016 abortou o sonho do povo brasileiro e impôs um retrocesso inédito com medidas como a contrarreforma trabalhista e o congelamento dos gastos públicos, orientação reacionária que o governo Bolsonaro está aprofundando. Nossa luta, incansável, é para barrar o retrocesso e resgatar um projeto progressista para a nação, de um desenvolvimento soberano, democrático e pautado pela valorização do trabalho”, proclamou o presidente da CTB.

O grito de Lula Livre também ecoou com força no Anhangabaú e em outras praças e locais públicos que foram palco das manifestações do 1º de Maio nesta quarta-feira em todo o território nacional. Entre os sindicalistas já não restam dúvidas de que o ex-presidente, que se formou politicamente no meio sindical, é um preso político condenado sem provas pelo juiz Sergio Moro, que foi premiado pelo serviço sujo com o Ministério da Justiça.

Portal CTB com informações da Assecom – SindMetal

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