Qual trabalhador não fica indignado atualmente quando entra em uma farmácia ou num supermercado e açougue? Aquele tradicional churrasquinho com a família e os amigos ou o sagrado almoço de domingo de uns tempos pra cá ficaram salgados e indigestos demais por conta da escalada de preços dos alimentos.
A inflação, que durante muito tempo esteve sob controle no país, voltou a ser um fantasma para assombrar o povo trabalhador, que vê sua renda estagnada ou reduzida enquanto os preços do arroz, óleo de soja, combustível, gás de cozinha, carne, remédios, alugueis, etc disparam desgraçadamente.
É um tormento que se soma à pandemia, à crise econômica e a um auxílio emergencial miserável imposto por esse (des)governo aos mais necessitados. A política econômica capitaneada pelo tal “Posto Ipiranga” Paulo Guedes se mostrou um fracasso, com sua agenda anti-trabalhador e voltada para a exportação dos produtos básicos do país que tira o alimento da mesa do brasileiro para mandar aos ricos no exterior. A falta de estimulo à agricultura familiar, que realmente produz o “arroz com feijão”, tem levado ao estrangulamento da produção e ao aumento da miséria.
A inflação corre solta na vida do trabalhador. O índice anual, o INPC, fornecido pelo IBGE, é aquele que estabelece o quanto ela doeu na nossa vida durante o ano anterior, para isso, se faz uma média da variação dos preços em estabelecimentos comerciais, na prestação de serviços, concessionárias de serviços públicos e internet, etc. Ao final aparece o tal índice do INPC, que é o número que teremos que lutar para conseguirmos a correção dos nossos salários diante da perda de valor do nosso dinheiro.
Esta é a grande luta em cada Campanha Salarial, todos os anos. É uma enorme queda de braços com os patrões, que tentam sempre desvalorizar e rebaixar ainda mais nossos ganhos, alegando todo tipo de “historinha pra boi dormir”.
Companheiros, não existe outro caminho que não seja através da luta, da unidade e da mobilização de todos nós em conjunto com o Sindicato para fazer frente ao poder daqueles que detêm o capital. Nada vem de graça. Nossa força é do tamanho da nossa união, portanto, no próximo mês de setembro daremos início a uma nova Campana Salarial (nossa data-base é 1º de novembro) na base metalúrgica e os avanços nos direitos e conquistas dependerá de cada um de nós.
JUNTOS SEMPRE SEREMOS MAIS FORTES!
Comunicação SINDMETAL
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